Dia Mundial do Meio Ambiente

Dia Mundial do Meio Ambiente

A AFAM Consultoria comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente publicando uma reflexão interessante acerca do tema.

Atualmente todos os seres humanos na face da Terra estão direcionando seus esforços para minimizar os impactos causados pela pandemia da COVID-19. Muitas mudanças de comportamentos foram discutidas e estão sendo implementadas de acordo com a particularidade de cada região, município, cidade, estado ou país. Alguns comportamentos poderão ou serão incorporados transformando-se pouco a pouco em novos hábitos, e outros, acreditamos que sejam passageiros e não serão incorporados pelas pessoas. Mas a descoberta pela humanidade que é possível se trabalhar de maneira diferente, que é possível se deslocar de maneira distinta, que é possível alterar alguns hábitos de consumo faz com que todos reflitam os benefícios para o meio ambiente.

Vamos fazer algumas reflexões em conjunto.

· O fluxo de distribuição dos veículos no trânsito foi alterado, minimizando sobremaneira as emissões atmosféricas motivadas por fontes móveis. Atualmente muitos estão trabalhando (home office), outros flexibilizaram os horários minimizando os horários de pico, dentre outras soluções alternativas.

· Pela minimização dos deslocamentos, o consumo de combustível fóssil foi minimizado.

· Com o fechamento dos estabelecimentos comerciais como postos de lavagens de veículos, comércios em geral, salão de beleza, dentre outros, diminuímos sobremaneira o consumo destes serviços. Imaginem quantos litros de água não foram economizados, quanto produto químico deixou de ser descartado, sem falar da quantidade de resíduo eliminada na fonte pelo não consumo. Aliás, será que precisamos lavar nosso veículo toda semana ou até duas vezes na semana?

· Nós da AFAM, somos a favor da melhoria de nosso ensino, sobretudo do ensino a distância que carece de muitas melhorias para obtermos gente realmente qualificada, porém se utilizarmos uma mescla de ensino a distância com ensino presencial como muitas instituições já fazem, podemos ter uma redução significativa de impactos ambientais decorrentes das atividades de deslocamento, uso de energia elétrica e geração de resíduos nas instituições, dentre outras questões. Será que o ensino a distância se reestudado não poderia ser uma alternativa para reduzir alguns impactos ambientais? Mais uma vez reiteramos nosso compromisso pela reflexão, pois não estamos defendendo a maneira de como as instituições de ensino deveriam se posicionar, mas sabermos que Harvard University por exemplo, possui muitos cursos “on line” ou se utilizam de parte “on line” e parte presencial.

Esta singela reflexão, demonstra que alternativas existem e são possíveis, e que os meios de prevenção a poluição ambiental e melhoria da sustentabilidade podem surgir das mais variadas situações.

A AFAM é uma empresa especialista em implantação e manutenção de sistemas de gestão ambiental baseado em normas internacionais ou não, bem como em programas que promovam benefícios ao meio ambiente, os quais já foram implantados em alguns de nossos clientes com excelentes resultados. Veja a seguir:

Programa “zero” aterro: consiste na identificação de todos os tipos de resíduos gerados em um processo produtivo, definindo as melhores alternativas de tratamento final, visando a destinação ambientalmente adequada e sustentável desses resíduos, eliminando a “zero” o destino para aterro. Em uma escala ambientalmente correta, e em ordem de benefício ambiental, as principais alternativas para disposição dos resíduos são: não geração, reuso, reciclagem, co-processamento, incineração.

Programa “zero” plástico: consiste na eliminação da geração de resíduos plásticos, os quais possuem um ciclo de vida elevado. Ações como a eliminação do seu uso onde aplicável e possível, substituição de produtos plásticos por produtos de outros materiais com menor tempo de degradação, a exemplo de papel e papelão, ou ainda através do seu reuso com a utilização de produtos retornáveis, podemos obter o “zero” plástico.

Programa “zero” efluentes: consiste no processo de tratamento dos efluentes industriais e biológicos nas estações de tratamento de efluentes, chegando a níveis aceitáveis de acordo com os requisitos legais aplicáveis e seu direcionamento para uso interno como águas de processo, águas para uso menos nobres como limpeza, uso sanitário, dentre outras destinações.

Programa “zero carbono”: Por intermédio de um mapeamento adequado das fontes de emissão de gases de efeito estufa na cadeia de valor das empresas, levando-se em consideração desde a extração da matéria-prima até o descarte, passando pela produção e a distribuição dos produtos é possível identificar as oportunidades para se iniciar os processos de melhoria. Para as empresas que não conseguiram alcançar as metas de carbono, podem lançar mão pela aquisição de créditos de carbono com certificação internacional.

Incentivamos a todos a analisar a situação atual mundialmente, repensar, mudar atitudes, hábitos, tecnologias, buscar alternativas e implantar novas ações. Esse é o momento de perceber que mesmo nas adversidades ainda encontramos muitas oportunidades de melhoria, neste caso, em prol do bem mais precioso que temos, o nosso meio ambiente.

Como descartar o resíduos de acordo com sua classificação?

Como descartar o resíduos de acordo com sua classificação?

Classificação de resíduos determinada pela ABNT NBR 10.004/04

Uma gestão de resíduos eficaz começa com sua correta classificação, pois desta forma é possível determinar o mais adequado processo de tratamento final.

A classificação dos resíduos envolve a identificação do processo ou atividade que lhes deu origem e de seus constituintes e características, e a comparação destes constituintes, cujo o impacto ao meio ambiente e a saúde é conhecido.

No Brasil, a ABNT NBR 10.004/04 classifica os resíduos sólidos (exceto radioativos) quanto aos seus riscos potenciais ao meio ambiente e à saúde pública, para que possam ser gerenciados adequadamente.

A primeira é a Classe I – Perigosos, que devido a sua periculosidade, apresentam risco à saúde pública, provocando mortalidade, incidência de doenças ou acentuando seus índices, bem como riscos ao meio ambiente quando gerenciados inadequadamente. Estão inclusos na Classe I resíduos com inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade e patogenicidade, conceitos definidos na própria norma.

Sobre a destinação foi estabelecido pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRSLei 12.305/10) que alguns resíduos de Classe I devem retornar aos seus fabricantes, para que estes possam ser devidamente reciclados, incinerados ou dispostos em aterros. É o caso por exemplo de agrotóxicos, pilhas, baterias, pneus, óleos lubrificantes, componentes eletrônicos e lâmpadas.

Já para o descarte de resíduos ambulatoriais, químicos ou biológicos, deve ser feita uma segregação e identificação desde o início, evitando a reinserção dos mesmos no processo. Pérfuro-cortantes, como agulhas e utensílios médicos, devem ser acondicionados com segurança.

Direcionada aos resíduos de saúde, a RDC 222/2018 – Regulamenta as boas práticas de gerenciamento de resíduos de serviços de saúde e dá outras providencias. Desta forma, o PGRSS deve ser elaborado para o atendimento a esta legislação.

Outro processo de tratamento final muito conhecido e aplicado aos resíduos Classe I, é o coprocessamento, que consiste na queima dos resíduos em fornos de cimento, em condições estritamente controladas, onde se usa os resíduos em substituição parcial ao combustível que alimenta a chama dos fornos no processo de fabricação de cimento. A alta temperatura da chama, o tempo de residência dos gases, a turbulência no interior do forno e vários outros parâmetros da combustão na produção de cimento são ideais e até superiores aos padrões exigidos para a destruição ambientalmente segura de resíduos perigosos.

Outra forma de resíduo enquadrado na Classe I, são os efluentes líquidos industriais. No geral, o descarte destes se dá através de infraestrutura de estação de tratamento de efluentes, onde são processados de modo a eliminar sua carga de contaminação, a níveis aceitáveis de acordo com as legislações aplicáveis, para em seguida serem lançados para a rede pública coletora ou diretamente em corpos de água.

A Classe II refere-se aos resíduos não perigosos, e estes são subdividos em:

Classe II A – Não Internes, são resíduos não inertes, ou seja, que podem se misturar à natureza posteriormente através da biodegradação, combustão ou solubilização em água. Mesmo não sendo perigosos, trazem riscos à saúde humana ou ao meio ambiente quando descartados de forma inadequada.

São materiais como restos de alimentos, papel e papelão, metais não inertes (ferro, cobalto, níquel, tungstênio), filtros não perigosos ou plásticos em geral. São resíduos com alto potencial de reciclagem, e essa é sua destinação mais adequada. Quando a reciclagem ou reuso não são possíveis ou viáveis, coprocessamento ou aterro sanitário são opções de tratamento final.

Classe II B – Inertes, não sofrem alterações de composição ao longo do tempo. São os entulhos de construção civil, pedras, areia, vidro, borracha, isopor, madeira e metais inertes (alumínio, ouro, prata, platina, paládio e cobre). Muitos resíduos Classe II B – Inertes podem ser reciclados ou reutilizados, como por exemplo os entulhos de construção podem ser enviados para britagem e reutilização. A madeira pode ser destinada para alimentar fornos que são usados para fabricação de outros produtos. Vidros e metais encaminhados para processos de reciclagem. A última alternativa recomendada para tratamento final de resíduos classe II é o aterro.

A Afam Consultoria tem consultores especialistas em gestão de resíduos, auxiliando sua empresa na implementação de procedimentos e processos adequados à legislação e às boas práticas de gestão de resíduos. Para saber mais, entre em contato conosco aqui.

Para mais novidades, siga-nos no Linkedin.

Até a próxima!

CONHEÇA OS PRODUTOS DA AFAM E NOSSAS INOVAÇÕES PARA ATENDER A DEMANDA DA INDÚSTRIA 4.0

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Saiba mais sobre as possibilidades de gestão ambiental e segurança no trabalho

O nome Indústria 4.0 foi usado, inicialmente, na Ha over Messe, feira tecnológica alemã, em 2011. Na ocasião, estava sendo anunciado um grupo de trabalho governamental para a automatização da manufatura do país. O relatório final, com definições e recomendações, foi emitido dois anos depois.

O termo dá continuidade às outras três revoluções industriais da história. Em comum, as quatro contam com a inserção de novas tecnologias para aumentar a eficiência dos processos, reduzir custos e oferecer mais controle para os gestores.

Na primeira revolução industrial, no final do século XVIII, foram introduzidas nos processos produtivos as máquinas movidas a vapor ou a água. As prensas e os teares são grandes símbolos dela. Já a segunda revolução contou com a adoção de sistemas de base para produção e transporte de mercadorias, como as ferrovias, os telégrafos e a energia elétrica de alta tensão.

A terceira revolução industrial que aconteceu após 1950, foi marcada por substituir sistemas analógicos e mecânicos por sistemas digitais. Houve uma grande busca pelos computadores e pela tecnologia da informação. Nessa segunda década do século XXI, a indústria 4.0 apresenta a introdução de novas tecnologias, as quais pontuamos algumas delas:

Internet das Coisas

A IoT (internet of things, em inglês) é a conexão de vários dispositivos através da internet, possibilitando a comunicação máquina- máquina e máquina-homem. Os dados coletados são compartilhados e tratados por todos.

Big Data

A análise Big Data refere-se as técnicas e cálculos em bancos de dados enormes de diferentes naturezas. Essa tecnologia é capaz de descobrir tendências, padrões e correlações de dados diversos sem que haja uma premissa inicial de estudo.

Cloud Computing

A computação na nuvem refere-se a serviços e aplicativos hospedados na internet. A principal vantagem é a substituição de toda a infraestrutura de TI, como hubs e servidores por uma boa conexão com a internet, pela qual as mesmas plataformas e funcionalidades podem ser executadas.

Inteligência Artificial

A inteligência artificial (IA) conta com a inserção de algoritmos que simulam o raciocínio humano, que inclui descobertas, generalizações, formulações de hipóteses, melhores práticas, enfim…., é um processo de aprendizado pela prática nos computadores.

Realidade Virtual

A realidade virtual é a simulação de eventos físicos em ambientes digitais. Por exemplo, hoje já temos treinamentos para aperfeiçoar a percepção de riscos de segurança no trabalho com realidade virtual. A AFAM já está participando de projetos para o desenvolvimento destes treinamentos em parceria realizada no ano de 2020. Atualmente nosso cliente Unilever – Unidade Indaiatuba, utiliza esta tecnologia na área de gestão de segurança.

Benefícios

São inúmeros os benefícios da adoção das tecnologias da indústria 4.0, redução de custos, agilidade na informação, segurança na informação, maior conectividade, dentre outros benefícios.

Mas onde a AFAM se encaixa?

Atualmente já está sendo comercializado pela AFAM em parceria com a MD Safety – AFAM MD SAFETY Aliance, um programa que permite a emissão de permissões de trabalho para todas as atividades de risco.

Isso mesmo, temos um sistema que permite a emissão de permissões de trabalho com atendimento integral as Normas Regulamentadoras, com assinaturas digitais, checklists para análise preliminar dos riscos, monitoramento em tempo real de todas as permissões em andamento na planta e todos os cheklists de inspeção concernentes aos equipamentos utilizados como: – escadas, andaimes, munck, cintos de segurança, guindastes, dentre outros equipamentos. Contamos ainda com cadastro e gerenciamento dos terceiros, dados criptografados e tudo gerenciado em um servidor externo em nuvem para não sobrecarregar o sistema operacional de sua empresa. O sistema permite conectividade com todos os usuários e gerenciamento em tempo real.

Essas soluções da indústria 4.0 são, mais do que um estado final, um caminho a ser percorrido, aprimorando os processos atuais e oferecendo melhorias gradativas em seu sistema de gestão.

Antenada às transformações de nossos tempos, a Afam Consultoria oferece demonstração grátis e customização dos serviços para que seus formulários em papel se transformem em uma ferramenta poderosa de “compliance” e gestão. Caso tenha interesse, entre em contato conosco. pois será uma satisfação compartilhar com você mais esta conquista.

Conheça também nossa parceira MD Safety em seu website, bem como neste vídeo sobre como emitir uma permissão de trabalho digital (PTD).

Quais as licenças ambientais para abrir ou operar uma empresa?

Quais as licenças ambientais para abrir ou operar uma empresa?

Spoiler: licença prévia, licença de instalação e licença de operação

Uma das etapas exigidas pelo governo para a abertura de uma indústria são as licenças ambientais. Apesar de serem ferramentas para garantir a preservação da natureza, o trabalho junto a entidades governamentais pode ser moroso e cansativo.

O licenciamento ambiental foi instituído em 1981, e é exigido de empresas efetivamente ou potencialmente poluidoras, cujas atividades estão listadas Resolução CONAMA 237/97. Em caso de descumprimento, a empresa está sujeita a punições previstas na Lei de Crimes Ambientais. As atividades são ligadas, principalmente, à extração e tratamento de minerais e indústrias diversas, como metalúrgica, mecânica, elétrica, química e têxtil, bem como de produção de metais, madeira, papel, celulose, borracha, couro, peles, plástico, alimentos e fumo.

Quando as atividades ou impactos ultrapassam as fronteiras de uma Unidade de Federação (UF), as licenças são emitidas pelo IBAMA; quando as licenças ultrapassam fronteiras municipais são emitidas pelos Conselhos Estaduais de Meio Ambiente de cada UF. Vale ressaltar que nem todos os estados possuem tal conselho e, nesse caso, a responsabilidade pela emissão volta a ser do IBAMA.

Caso possua um Conselho Municipal do Meio Ambiente, um município pode emitir as licenças para empresas cujas atividades fiquem dentro de seu território. As empresas precisam das licenças emitidas em apenas uma das instâncias, que formam o Conselho Nacional do Meio Ambiente. Junto ao Ministério do Meio Ambiente (MMA), formam o Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA).

As licenças são três, divididas em cada etapa de instalação de uma indústria. A primeira delas é a Licença Prévia, que é emitida na etapa de planejamento. Por isso, avalia questões como a futura localização, potenciais impactos e estabelece requisitos futuros. É nessa etapa em que há a necessidade da realização de estudos ambientais, como EIA, RIMA ou RCA. A licença prévia tem validade máxima de 5 anos.

Com o projeto aprovado, há a necessidade da licença de instalação, uma autorização para o início da construção da planta. Essa atividade deve seguir exatamente o que foi planejado e aprovado pela licença prévia; caso contrário, uma nova licença deve ser emitida. A validade da licença de instalação é de 6 anos.

Finalmente, com o projeto aprovado e construído, deve-se emitir a licença de operação. Tudo para que a empresa comece a operar de fato. Na licença de operação são determinados métodos de controle, condições para operar, métricas a serem seguidas etc. Ela tem validade máxima de 10 anos.

Teoricamente, o governo tem 120 dias corridos para analisar a documentação para cada uma dessas licenças. Entretanto, devido à morosidade estatal e a imbróglios judiciais, esse prazo pode aumentar. Em todas as fases, as empresas podem receber auditorias surpresa, e qualquer alteração deve ser comunicada.

Há licenças extraordinárias, como a Autorização Ambiental, que funciona para atividades temporárias, a Licença Ambiental Simplificada, para empreendimento de micro ou pequeno porte, e a Licença Corretiva, para empresas em operação que não obtiveram a documentação anterior e que querem se regularizar.

O processo de emissão das licenças ambientais pode ser complicado, principalmente no trato com o governo. Os problemas mais comuns são a demora na averiguação da documentação, o custo para cumprir as exigências e dificuldade de identificar os critérios técnicos exigidos.

Sua empresa precisa de licença ambiental ou algum estudo? A Afam Consultoria tem consultores especializados que podem lhe auxiliar nesses processos. Entre em contato conosco.

Vantagens de uma consultoria da AFAM

Vantagens de uma consultoria da AFAM

Como fazemos nosso trabalho após 34 anos de experiência

Ao longo de 34 anos de atuação, os consultores da Afam Consultoria tem enfrentado vários desafios e cenários no mundo de consultorias, auditorias e treinamentos. Eles foram moldando nossa atuação e nosso olhar sobre o mercado.

Um ponto importante que alavancou nossa evolução foi a atuação em toda a América Latina. Foram nove países e mais de cem projetos, contemplando grandes players e sua cadeia de suprimentos, realidades que aprimoraram nossas soluções e nosso entendimento sobre ferramentas e, principalmente, recursos humanos.

Outro de nossos diferenciais é a gestão comportamental. Sabendo que as pessoas são o principal fator de sucesso de qualquer organização, focamos nosso conhecimento na formação de cultura organizacional. Nossos consultores possuem conhecimento das ferramentas de “coaching”, “mentoring”, dentre outras com o objetivo de somar ao processo técnico e obter melhores resultados em menor tempo.

Nossa principal criação é a FCS 168, especificação técnica de formação de Cultura de SSO. Ela foi criada baseada em oito pilares e cinco níveis de maturidade, que servem de guia para a empresa evoluir. As auditorias de acompanhamento da FCS 168 são realizadas pela SGS Brasil, o que garante independência e credibilidade à formação.

Tantos esforços e sucessos foram reconhecidos pelo mercado. Já ganhamos como Empresa do Ano na Categoria Prestação de Serviços em Consultoria e Assessoria para Sistemas de Gestão pelo Prêmio Top of Business. Além disso, fomos os Melhores do Ano na “prestação de serviços especializados” pela Associação Brasileira de Líderes (ABL). Dessa forma, adotamos metodologias próprias de condução de projetos nas áreas de nossa atuação.

A Afam Consultoria terá o prazer de conversar com você sobre como nossa expertise poderá aprimorar os processos de sua organização e, com isso, garantir menores custos operacionais e maior fidelização dos clientes. Atuamos nas seguintes áreas: Gestão da Qualidade, Gestão Ambiental, Segurança e Saúde Ocupacional, Food Safety, Gestão Florestal e Excelência Operacional.

Dia Mundial da Águan

Dia Mundial da Águan

Curiosidades sobre esse bem natural tão precioso

O dia mundial da água foi instituído pela Assembleia Geral das Organizações das Nações Unidas (ONU) em 1993. O marco reforça a lembrança da escassez da água e seu manejo sustentável por empresas e pessoas.

A água parece infinita, mas não é. Ela cobre 70 da superfície terrestre, ou 1.386 milhões de km3. Quase sempre, ela é salgada e está nos oceanos. Apenas 2,5 da água da Terra é doce e própria para o consumo natural. Desse total, quase 30 é subterrânea, quase 70 está congelado em icebergs e míseros 0,3 está disponível em rios e lagos. Uma quantidade menor do que o total de água na atmosfera.

O Brasil tem quase 14 de toda água doce, sendo que 80 está na Bacia Amazônica. Nós também temos o maior aquífero do mundo (rochas porosas que retêm água), o Aquífero Guarani, com 45 mil km3 de água.

Aliás, a água é encontrada, naturalmente, nos três estados da matéria (sólido, líquido e gasoso). Sua molécula é formada por dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio. Uma substância assim só poderia ser muito importante para a vida.

O corpo humano tem até 65 de água em sua composição. Em bebês recém-nascidos, o número chega a 78. Mas não pense que reservados esse bem natural exclusivamente para nós. Ao contrário, apenas 8 da água doce é consumida por humanos.

Atividades agrícolas representam 70 do consumo, enquanto 22 é usado nas indústrias. A água utilizada como matéria-prima e/ou insumo em tantos produtivos reflete os hábitos da população.

Uma calça jeans padrão usa 11 mil litros de água para ser produzida; um quilo de carne demanda 15 mil litros; um automóvel pede 400 mil litros. Assim, o consumo por pessoa é muito mais impactado pelo hábito de consumo do que pelo uso doméstico. A título de comparação, um banho de 15 minutos gasta 135 litros de água doce.

O cidadão que mais consome água é o norte americano, com 575 litros por dia. Os etíopes vivem com 15 litros diários. Segundo a ONU, 110 litros diários por pessoa são suficientes, consumo similar ao de um indiano.

O brasileiro consome, em média, 185 litros diários. Número que varia bastante em relação à situação socioeconômica; um alagoano consome, em média, 100 litros/dia, enquanto um fluminense consome 235 litros/dia.

A ONU estima que, atualmente, 783 milhões de pessoas vivem sem acesso a água potável, em torno de 10 da população mundial. Não é à toa que, a cada ano, morrem 2 milhões de pessoas por doenças relacionadas à falta de saneamento.

A Afam Consultoria deseja a todos seus clientes um feliz Dia da Água. Dada a escassez e a importância vital da água, bem como sua distribuição desigual, realizar a gestão dos recursos hídricos de forma sustentável é imperativo para indústrias preocupadas com a sociedade e a natureza.

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